por Telma Moura.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Sutil, silencioso e só.

Se antes um coração valente batendo aqui,
acelerado, inconsequente.
Hoje pouco restou.
São apenas fragmentos,
perguntas sem respostas.
Amargura onde havia doce mel
Tampouco tempo sozinho, e se perdeu
Na lua há sombra de um lado,
a parte que te cabia do hemisfério
No peito falta paz e essa dor, voraz
Promessas foram perdidas por aí
No meio do caminho ficaram, vários foram os pés,
Inúmeros pés as pisaram...
Talvez voltasse atrás, talvez cedesse
Mas o destino quis assim,
Sutil, silencioso e só.

Nenhum comentário:

Postar um comentário