por Telma Moura.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Silence

Calei-me,
dos processos mais reclusivos que já tive
Fechei-me
Para o mundo, para mim
Disse adeus
Mureta armada de concreto levantada
Sobre as palavras
As minhas, as nossas,
as suas amáveis palavras
Redimensionei no espaço os corpos
Alocados, cada qual em seu limítrofe espaço
Mureta armada de concreto levantada
Feri a dor
quis arrancá-la a força daqui
A fio de "batalha" - travada contra mim.

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