por Telma Moura.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Tec-nojo-lia

A vida e seu passatempo
de brincar com a nossa sorte.
Meus dias ao relento,
inquietos aos olhos atentos
do refém - meu coração.
Sonhei um dia não mais tocar
estas lembranças que ferem.
Fechei os olhos -
imaginei tocar a superfície da sua alma
fria, flácida,
imóvel nessa cadeira giratória
massageei o peito para que pudesses respirar melhor
agora - sem a ajuda desses aparelhos
máquinas, roteadores, fibra ótica e outros meios.

_Telma Moura

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